sexta-feira, 1 de abril de 2011

FOTO KIRLIAN



AS PRIMEIRAS DESCOBERTAS
1777 - G.C. Lichtenberg, na Alemanha, conseguiu obter, em partículas de poeira, através da Eletricidade Estática, aquilo que poderíamos considerar como sendo uma primitiva “Imagem Kirlian”, e esses registros em poeira eletrificada foram por ele batizados de Eletrográficos.

É bom notar que, naquela época, ainda não havia sido inventada a película fotográfica.
1880 - Nikola Tesla, nos EUA, mostrou publicamente que um halo luminoso aparecia em redor do corpo humano - e também de qualquer outro objeto - quando a pessoa era exposta a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta frequência. Mas considerou o assunto como mera curiosidade e não se interessou muito por ele e não deu continuidade à pesquisa nem chegou a fotografar esse halo luminoso. Este halo luminoso recebeu o nome de “Efeito Corona”.
1892 - J.J. Narkievitch-Jodko, na Rússia, estudou aquilo que batizou de Fotografia Elétrica e desenvolveu um método de estudar as potencialidades humanas através dessa sua técnica fotográfica. Mas parou por aí e não deu continuidade às pesquisas. Suas pesquisas, posteriormente, foram retomadas por M. Pogorelski, na Rússia, e por B.I. Navratil, na Checoslováquia, sem maiores consequências. 1904 - O Padre Landel de Moura, no Brasil, mais precisamente em Porto Alegre (RS), inventou uma máquina que batizou de “Máquina de Eletrofotografia”, e tirou uma série enorme de Eletrofotografias de vários objetos, inclusive de seres humanos.
Chegou mesmo a batizar o halo luminoso que aparecia em torno dos corpos humanos de “Perianto”. Mas, por pertencer à Igreja Católica Romana e devido ao fato de que o “Perianto” poderia, talvez, ser confundido com o “Perispírito”, do então nascente Espiritismo – que estava sendo combatido pela Igreja Católica – a sua Máquina de Eletrofotografia foi confiscada pela Igreja, mas alguns desenhos esquemáticos da mesma escaparam e até foram publicados em livros que tratam de sua biografia.
1930 -
Os Drs. Pratt e Schlemmer, em Praga, na Checoslováquia, pesquisaram “registros fotográficos, por contato, de vários objetos colocados diretamente em cima de emulsões fotográficas, sob a influência de um campo elétrico pulsante, no momento em que se produziam descargas elétricas”.
Mas, igualmente, não deram continuidade a esse trabalho


1939 – O eletrotécnico russo, Semyon D. Kirlian, na cidade de Krasnodar, na então União Soviética, estava consertando equipamentos hospitalares que utilizavam alta voltagem, quando percebeu que, através da interação de fraquíssimas correntes elétricas e alta voltagem (da ordem de milhares de volts) e chapas fotográficas, era capaz de obter fotos em que, ao redor do corpo humano, de vegetais e de outros objetos, aparecia um halo luminoso. Kirlian e sua esposa, Valentina, passaram o resto de suas vidas pesquisando sobre o assunto e divulgaram ao mundo o que haviam descoberto. Valentina faleceu em 1972 e Semyon em 1978.



1968-O professor de Física, Newton Milhomens, no Brasil, construiu sua primeira Máquina Kirlian – talvez a primeira Máquina Kirlian construída no Brasil – a partir de um esquema da Máquina de Semyon Kirlian e começou a pesquisar sobre o assunto, em Brasília (DF).
Edna Zuppo

IRIDOLOGIA

INNAP/Universidade São Marcos - Aula de Iridologia Professor titular: Edomar B. da Cunha. Participação especial. Orlando Vettorazzo; Iridologia Clinica Conceitos e fundamentos Sinais Clínicos e interpretações Iridologia Comportamental Íris Miasmáticas Iridologia Multidimensional Padrões Básicos do Método Rayid - Comportamental A nova topografia da pupilar Objetivo: Promover um conceito global de saúde, que se enquadra na área de abrangência da integração terapêutica preconizada pela OMS - Organização Mundial de Saúde, visando perfeito equilíbrio do corpo humano com o meio ambiente. Nossos encontros são realizados no 2º domingo de cada mês. Informações INNAP.

sábado, 26 de março de 2011


O QUE PROPORCIONA A TERAPIA FLORAL


O que esperar da Terapia Floral A Terapia Floral pode proporcionar alívio para inúmeros desconfortos, mas o seu objetivo maior é despertar o auto conhecimento, para compreendermos as causas emocionais das nossas dificuldades.


Assim temos condições de desenvolver as virtudes necessárias para o nosso desenvolvimento em todos os sentidos.


Na Terapia Floral, a pessoa deve ser vista sem julgamentos e como um todo em vários aspectos: sua personalidade, sua situação atual, seus planos, sua saúde física, seu contexto social e familiar; suas crenças e valores; sua maneira de se relacionar consigo mesma, com as outras pessoas e com os acontecimentos da vida.


A Terapia Floral age de modo integrado, com o envolvimento do paciente, com o acompanhamento e apoio terapêutico, e com a informação dos remédios florais.