terça-feira, 28 de junho de 2011

MANJERONA: SÍMBOLO DA FELICIDADE


Manjerona (origanum majorana) A Manjerona é uma planta nativa da Ásia Central.

Fornece um óleo essencial docemente perfumado, bastante diferente da manjerona espanhola (Thymus mastichina). A manjerona espanhola, exala um aroma bem mais cortante e é vendida com freqüência, e de maneira errônea, como sendo a manjerona dos aromaterapeutas.

As folhas da manjerona apresentam uma tonalidade clara verde-acinzentado e são cobertas por uma penugem que, como em todas as plantas da família das Labiadas, protege a parte externa de suas delicadas glândulas de óleo essencial.

A manjerona vem sendo utilizada por séculos, como uma erva apropriada para a culinária e o seu sucesso nesse campo, deve-se provavelmente às suas propriedades digestivas. Seu óleo essencial é o mais sedativo dentro todos, além de ser equilibrante e conter propriedades neurotônicas.

Os antigos egípcios usavam essa planta para curar e superar o sofrimento e o seu óleo é conhecido hoje em dia pelos efeitos calmantes e reconfortantes sobre a mente. Seu nome deriva do grego e significa alegria da montanha; por isso mesmo é tida como um símbolo da felicidade.

Os gregos usavam-na nos túmulos, porque ela dava descanso, paz e alegria aos seus entes queridos, o que aliás, reforçava o sentido de conforto para os túmulos que os egípcios lhe atribuíam. Algumas das propriedades: analgésico, equilibrante, calmante, tônico nervoso, antiespasmódico, tônico digestivo, tônico respiratório, sedativo.

(texto extraído do Livro Aromaterapia e as Emoções de Shirley Price).

Terapeuta: Renata Badin
Curso de Iniciação à Aromaterapia dia 16/07 das 15h00 às 17h00 - R$ 30,00
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amethistaterapias@uol.com.br

sexta-feira, 6 de maio de 2011

ÓLEO DE CÁRTAMO


Emagrecimento, redução do colesterol, ação antioxidante, aumento de energia, aumento da imunidade, definição muscular, ajuda o organismo na contínua produção de substâncias antiinflamatórias, regularização do nível de colesterol LDL e triglicérideos.



O cártamo (carthamus tinctorius L.), planta de origem asiática.
De sua semente é extraido o óleo de cártamo, muito apreciado no oriente devido a sua composição apresentar ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados tais como ácido linoléico (ômega 6) e ácido oléico (ômega 9).



Os efeitos benéficos do consumo de óleo do cártamo mais estudados atualmente são redução do peso corporal, aumento do metabolismo, ganho de massa muscular, redução da aterosclerose, prevenção e tratamento de diabetes mellitus tipo 2, potencialização da mineralização óssea, modulação do sistema
imune, efeito antitrombogênico, inibição de células cancerosas, diminuição das concentrações de colesterol LDL e glicose no sangue.



Na redução da gordura corporal, o óleo do cártamo age inibindo as enzimas lipogênicas (LPL) - que estocam a gordura - e estimulando a ação das enzimas lipolíticas - que queimam a gordura. Em resumo, a LPL transfere a gordura da corrente sanguínea para o interior das células que armazenam a gordura corporal.
Quanto maior e mais intensa a atividade da LPL, maior o volume de gordura estacionado no corpo. Com o bloqueio da ação da LPL o organismo passa a utilizar o estoque de gordura como fonte de energia para a atividade muscular.



O óleo produzido através do processamento das sementes de cártamo também é rico em vitamina E, um potente antioxidante que previne o dano celular no organismo da formação do câncer e aterosclerose.
Ao contrário da vitamina E sintética presente nos suplementos alimentares, os tocoferóis da vitamina E presentes no óleo de cártamo tem uma ação muito mais intensa contra os danos que os radicais livres provocam nas células. A vitamina E ajuda a defender as membranas celulares do corpo contra o estresse oxidativo, para a manutenção de uma boa saúde e de um bom funcionamento do sistema imunológico.



Contém quantidades generosas de ácido linoléico, Omega 6. Nosso corpo não é capaz de produzi-lo, temos que obtê-lo através dos alimentos. Fundamental para a constituição e o bom funcionamento das membranas celulares, esta envolvido na síntese de sinalizadores moleculares conhecidos como eicosanóides.
A quantidade recomendada para ingestão do óleo diariamente; é de três colheres de chá, antes das refeições .

quinta-feira, 5 de maio de 2011

OLÍBANO

Ele é muito conhecido na aromaterapia, dado ao seu uso há séculos no oriente. Sua resina é uma substância de defumação nos templos e em casas. Possui um efeito introspectivo e relaxante, que facilita a meditação. É considerado um óleo purificante.


Há referencias de agir estimulando a glandula pineal, podendo ser útil em estados depressivos. Auxilia no tratamento de depressão nervosa. É um óleo que restitui a vontade de viver, liberando raiva, mágoas, dificuldade de perdoar. Bom para quem tem sensação de falta de realização.



Existem varidades diferentes de olíbanos, sendo os de origem africana, os melhores. O óleo de olíbano possui efeito oxigenante celular e potencial anti-radicais livres. É eficaz no tratamento de doenças onde a imunologia possa estar compometida, tendo também potencial atividade antibiótica e antifúngica.



O ácido boswélico presente no óleo, mostrou eficaz ação antiinflamatória e no tratamento ayurvédico é utilizado para artrite reumatóide, colite cronica, colite ulcerativa, síndrome de Chron, asma bronquica . Em testes na Alemanha, comprovou-se a eficácia do olíbano para tratamento de osteoartrite e condições degenerativas.